Autódromo invadido por inconformados

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Proposta: Escrever uma matéria jornalística sobre uma narrativa fictícia.

No último sábado, por volta da meia noite, cem adolescentes invadiram uma festa eletrônica (Rave) que estava sendo realizada no Autódromo de Brasília. Inconformados com a lotação da festa, forçaram os portões e geraram confusão, deixando cinco feridos.

O grupo de jovens foi barrado pelos seguranças na porta do evento. A festa já estava lotada e a entrada de mais ninguém seria permitida. Os adolescentes ficaram revoltados e usaram a força para entrar no local. Seguranças não conseguiram segurar a multidão. No tumulto, cinco jovens tiveram ferimentos leves e foram levados ao Hospital de Base.

Ana Paula da Silva, de 18 anos, foi uma das feridas. Reclama que pelo preço do ingresso a segurança de todos deveria ser garantida. Nega ter visto cem seguranças como afirma a organização da festa e diz que havia mais gente do que espaço.

Não há unanimidade quanto aos responsáveis pelo acontecimento. Júlio Castro, um dos organizadores da festa, culpa os jovens pela falta de compreensão e noção de perigo. De acordo com ele, a segurança do local estava sendo feita por mais de cem seguranças. Um deles, Raimundo Silva, comprova o que o organizador disse. Não soube dizer quantas pessoas entraram, mas confirma a lotação da festa.

A bilheteria afirma que até a meia noite 1.348 pessoas haviam entrado. Apesar do local da festa suportar apenas 1.500, a Polícia Militar acredita que houve uma superlotação de duas mil pessoas.

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Ataques do MST

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 Proposta: Escrever uma matéria que mostra os dois lado dos ataques do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

Fonte: MST
Fonte: MST

  

Sete estados brasileiros e o Distrito Federal sofreram invasão de um Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Invadiram propriedades públicas e privadas causando danos de milhões de reais. De acordo com Rosangela Cordeiro, coordenadora do Movimento, a rebelião possui o intuito de reivindicar direitos do MST, entre os quais está uma melhor renda para os trabalhadores.

Grande parte dos investimentos governamentais voltados para a agricultura vai para os agronegócios. Aquelas grandes empresas têm o seu mercado focado para o comércio exterior. Simples trabalhadores rurais acabam ficando em segundo plano. Contudo, o MST não é uma entidade reconhecida legalmente. Ele recusa-se a ter um caráter jurídico e por isso não pode ser responsabilizado coletivamente pelos seus crimes nem receber verbas do governo. Este também não acelera a sua legalização, pois assim poderá ser culpado posteriormente de patrocinar diretamente os tumultos, em vez de colaborar com ONGs como vem fazendo até agora.

Os repasses do governo diminuíram 90% nos últimos anos por não serem usados conforme as ONGs e o MST diziam. Por exemplo, escolas foram criadas especialmente para os sem terra, mas não seguiam a grade curricular exigida pelo Ministério da Educação e estimulavam crianças a invadirem propriedades. Estas invasões, além de mostrar suas revoltas com a suposta negligência de seus direitos, evidencia o grave problema ao qual o Brasil sofre. O que é absurdamente irônico levando-se em conta a extensão territorial do Brasil. Como afirma o famoso clichê: “Tanta terra nas mãos de poucos”. O governo continua usando a reforma agrária como elemento de sua base política e talvez seja por isso que nunca sai do papel.  

De qualquer forma, apesar do sistema brasileiro ser democrático e permitir a livre expressão o MST conseguiu mudar sua ideologia e transformar o movimento em um grupo especialista em invadir e destruir o território alheio e até cometer assassinatos em massa. Desse jeito, a medida em que mostram a sua insatisfação com atitudes radicais, eles vão perdendo apoio político. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que um dia discursou com um boné do MST ao lado de seus representantes, hoje condena as barbaridades que vão sendo cometidas.

Alerta aos homens!

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Proposta: Escrever uma matéria sobre a campanha do “Bloco da Mulher Madura” para o carnaval, sendo o foco o público masculino.

Algumas pessoas afirmam que o ano começa após o carnaval. Isto quer dizer que expectativas com essa festa superam a normalidade. Pessoas economizam o ano inteiro e entram em uma contagem regressiva para gastar tudo em poucos dias. O objetivo? A busca pelo prazer, pelo divertimento.

Até onde pode-se extravasar e jogar-se para a vida? O governo todo ano realiza campanhas para estimular o lado responsável da população. Não dirigir alcoolizado, evitar brigas e transar, mas só se for com camisinha.

Sabe-se que campanhas que repetem mensagens a cada data comemorativa acabam se tornando um clichê e deixam de atrair a atenção desejada. Por isso que esse ano propagandas de um “Bloco da Mulher Madura” tomaram conta das ruas das principais cidades brasileiras. O foco da campanha é estimular o uso da camisinha pelas mulheres a partir 50 ano, devido ao aumento de infecções do vírus do HIV nessa faixa etária nas últimas pesquisas feitas pelo Ministério da Saúde.

Vale lembrar que apesar do público alvo ser feminino, os homens precisam ficar com o olho aberto. Cada vez mais mulheres trocam de parceiros e, assim, podem aumentar o risco de contaminação entre os homens.

Acabou a época em que a mulher só tinha um parceiro sexual a vida inteira ou ficasse em casa depois de certa idade. Os 50 anos de antes não são os mesmo da nossa sociedade. Portanto, homens, aproveitem toda a bagunça do carnaval mostrando ser um sexo seguro, também!

Amor Incondicional

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Proposta: Crônica sobre o acidente de avião em Goiânia no dia 12 de Março de 2009

fonte: google imagens

fonte: google imagens

Sempre acreditei que o amor incondicional existia. Aquele amor que, aconteça o que acontecer, continuará presente. Aquele amor que supera qualquer obstáculo, por isso a sua intensidade e veracidade. Aquele amor que não se explica. Um exemplo de amor incondicional é o que existe entre pais e filhos. Quer dizer, é o amor que  deveria existir, contudo, o noticiário vem me mostrando o contrário.

Uma das notícias que li e ouvi repetidamente nas duas últimas semanas foi sobre a queda de um monomotor no estacionamento de um shopping em Goiânia. O piloto, e pai da menina de 5 anos que o acompanhava, agrediu a mulher um pouco antes de se aventurar no céu. Até onde eu li, o pai é suspeito de ter cometido estupro e este teria sido o motivo da briga entre o casal, já que ela teria descoberto. De qualquer forma, independente do motivo da briga, onde entra a filha nessa história e por que teve que participar do ato radical do pai?

Outro episódio que me faz questionar o `amor incondicional` foi o caso do Alexandre Nardoni, em que ele jogou a filha pela janela com a ajuda de sua esposa. Isso para tentar acobertar o final de uma briga que resultou em um sufocamento.
Acabaram presos. Todo o Brasil acompanhou detalhadamente o caso, da frieza do casal até a falta de remorso nas interrogações.

Outro destaque na mídia, inclusive internacional, foi a menina de 9 anos que foi estuprada pelo padrasto, engravidou e abortou. A mãe nega saber que suas duas filhas estavam sendo abusadas. Escapou da cadeia, mas acabou mostrando sua negligência materna. Uma mãe que não percebe ou sente que algo – muito – errado está acontecendo com as filhas?  Vai ficar um marco na vida das filhas. Saberão que a mãe preferiu não saber o que houve, ou mesmo se soube, não fez nada para protegê-las.

Até onde as pessoas vão para acobertar um erro e vão colocando em risco a vida de pessoas inocentes? Pessoas que deveriam ser amadas incondicionalmente.

Carreira Despedaçada

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(divulgação)
(divulgação)

Proposta: Resenha sobre o filme “Shattered Glass”

“Shattered Glass” é um filme norte-americano lançado em 2003. O título em português é “O Preço de uma Verdade”. Baseado em uma história verídica, o filme é dirigido pelo Billy Ray e protagonizado por Hayden Christensen, ator que ficou famoso pela atuação como personagem principal na ficção científica Star Wars. Stephen Glass, personagem principal, foi um dos jornalistas mais jovens a se tornar extremamente requisitado em muito pouco tempo. Escrevia para a revista “The New Republic”, mas também trabalhava como freelancer para outras revistas de grande circulação, como a Rolling Stone. Suas reportagens eram fascinantes, mas o que todos não sabiam é que a maioria provinha da sua imaginação.

O propósito desse filme é mostrar como um jornalista consegue destruir a ética jornalística e ser admirado pelos colegas ao mesmo tempo (e por pouco tempo!) Enquanto o papel do jornalista é revelar e transmitira verdade à população, Stephen Glass publicava matérias fictícias como sendo verdadeiras. Ele apurava fatos antes de qualquer outro meio, afirmando ter boas fontes, quando na verdade a sua única fonte era a criatividade. Serve para mostrar que nem sempre se deve acreditar no que é veiculado, pois, às vezes, leitor pode ser vítima da vontade de uma promoção profissional.

O filme é obviamente recomendável para jornalistas e estudantes do jornalismo. Mostra claramente a rotina de uma agência de notícias, a trajetória da reportagem e o caráter pode ser encontrado nesse meio. Mas, de modo geral, é aconselhável que todos assistam para se conscientizar do poder da mídia e de que nem tudo que é veiculado por ela é verdadeiro. Além disso, o filme deixa claro para o espectador que o pecado capital, a soberba, se alastra na sociedade. A vontade de superar de qualquer forma, e não por mérito próprios, existe não só no mundo jornalístico, como também nos demais mundos humanos.

Condutas filosóficas dos Jornalistas

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Proposta: Escrever um artigo sobre ética jornalística.

A ética jornalística determina como o jornalista pode agir diante de impasses comuns na sua carreira. Não é um princípio normativo, por isso é uma reflexão individual e a lógica própria que vão limitar a sua atuação como profissional.

Existem dois princípios intrínsecos que dão base às decisões éticas: a teleológica e a deontológica.

O primeiro explora as conseqüências das ações. É feita uma análise sobre qual opção resulta em um bem maior e possui o menor efeito colateral sobre os outros. O segundo afirma que a ética não está relacionado com resultados. O eu vale é o deon, ou seja, o dever. Uma ação será ética se ela se basear em princípios considerados universais. Ações que todos podem cometer.

Não há jornalista que usa com convicção apenas uma dessas correntes filosóficas. A teleologia deve prevalecer como fundamento na análise ética. Informação é direito de todos e o jornalista é o responsável pela sua divulgação. Deve ter cuidado com o que transmite, pois também é o responsável pelas conseqüências do que escreve. O jornal deve agir em benefício geral.

Tudo que é veiculado pela mídia é visto como verdade único e por isso gera impacto. É a reportagem que narra um fato e influencia o que vai acontecer posteriormente. Não basta seguir o princípio da verdade acima de tudo, se o resultado for caótico.

Há situações diferentes e o profissional deve ter claro o que é mais ou menos justo em cada caso. Não é optar entre o certo e o errado. Esses antagônicos passam a pertencer não só à ética como a uma discussão do âmbito criminalista.

A luta do jornalismo tem sido pela liberdade de expressão e pensamentos em favor da democracia. Mas essa liberdade tem limite e deve preservar valores básicos como a vida privada, a imagem e a honra. A lei de imprensa não se sobrepõe à lei humana. Por isso, escrever sem pensar nas consequências pode se tornar uma grande inconsequência.