Autódromo invadido por inconformados

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Proposta: Escrever uma matéria jornalística sobre uma narrativa fictícia.

No último sábado, por volta da meia noite, cem adolescentes invadiram uma festa eletrônica (Rave) que estava sendo realizada no Autódromo de Brasília. Inconformados com a lotação da festa, forçaram os portões e geraram confusão, deixando cinco feridos.

O grupo de jovens foi barrado pelos seguranças na porta do evento. A festa já estava lotada e a entrada de mais ninguém seria permitida. Os adolescentes ficaram revoltados e usaram a força para entrar no local. Seguranças não conseguiram segurar a multidão. No tumulto, cinco jovens tiveram ferimentos leves e foram levados ao Hospital de Base.

Ana Paula da Silva, de 18 anos, foi uma das feridas. Reclama que pelo preço do ingresso a segurança de todos deveria ser garantida. Nega ter visto cem seguranças como afirma a organização da festa e diz que havia mais gente do que espaço.

Não há unanimidade quanto aos responsáveis pelo acontecimento. Júlio Castro, um dos organizadores da festa, culpa os jovens pela falta de compreensão e noção de perigo. De acordo com ele, a segurança do local estava sendo feita por mais de cem seguranças. Um deles, Raimundo Silva, comprova o que o organizador disse. Não soube dizer quantas pessoas entraram, mas confirma a lotação da festa.

A bilheteria afirma que até a meia noite 1.348 pessoas haviam entrado. Apesar do local da festa suportar apenas 1.500, a Polícia Militar acredita que houve uma superlotação de duas mil pessoas.

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Amor Incondicional

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Proposta: Crônica sobre o acidente de avião em Goiânia no dia 12 de Março de 2009

fonte: google imagens

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Sempre acreditei que o amor incondicional existia. Aquele amor que, aconteça o que acontecer, continuará presente. Aquele amor que supera qualquer obstáculo, por isso a sua intensidade e veracidade. Aquele amor que não se explica. Um exemplo de amor incondicional é o que existe entre pais e filhos. Quer dizer, é o amor que  deveria existir, contudo, o noticiário vem me mostrando o contrário.

Uma das notícias que li e ouvi repetidamente nas duas últimas semanas foi sobre a queda de um monomotor no estacionamento de um shopping em Goiânia. O piloto, e pai da menina de 5 anos que o acompanhava, agrediu a mulher um pouco antes de se aventurar no céu. Até onde eu li, o pai é suspeito de ter cometido estupro e este teria sido o motivo da briga entre o casal, já que ela teria descoberto. De qualquer forma, independente do motivo da briga, onde entra a filha nessa história e por que teve que participar do ato radical do pai?

Outro episódio que me faz questionar o `amor incondicional` foi o caso do Alexandre Nardoni, em que ele jogou a filha pela janela com a ajuda de sua esposa. Isso para tentar acobertar o final de uma briga que resultou em um sufocamento.
Acabaram presos. Todo o Brasil acompanhou detalhadamente o caso, da frieza do casal até a falta de remorso nas interrogações.

Outro destaque na mídia, inclusive internacional, foi a menina de 9 anos que foi estuprada pelo padrasto, engravidou e abortou. A mãe nega saber que suas duas filhas estavam sendo abusadas. Escapou da cadeia, mas acabou mostrando sua negligência materna. Uma mãe que não percebe ou sente que algo – muito – errado está acontecendo com as filhas?  Vai ficar um marco na vida das filhas. Saberão que a mãe preferiu não saber o que houve, ou mesmo se soube, não fez nada para protegê-las.

Até onde as pessoas vão para acobertar um erro e vão colocando em risco a vida de pessoas inocentes? Pessoas que deveriam ser amadas incondicionalmente.